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Assembléia Arquidiocesana de Pastoral de 2001 foi convocada com o seguinte OBJETIVO
GERAL: “RENOVAR
A CONSCIÊNCIA DA IDENTIDADE E DA MISSÃO DA IGREJA” Para
realizar este objetivo se estabelece os seguintes objetivos específicos e operacionais:
A) OBJETIVOS
ESPECÍFICOS: 1º)
avaliação da caminhada mais recente (1996-2000);
2º) definição de diretrizes e prioridades pastorais para os próximos anos;
3º) aprofundar a vivência de comunhão na missão evangelizadora; B)
OBJETIVO OPERACIONAL: Implantar o Projeto “Ser Igreja no Novo Milênio”.
“O novo projeto tem como finalidade central renovar a consciência da identidade
e da missão da Igreja no Brasil, num contexto em rápida mudança, que questiona
muitas das formas de existir e de agir das comunidades eclesiais e de cada cristão.
Ele pretende o “anúncio claro e inelutável do Senhor Jesus”, uma “evangelização
verdadeira onde o nome, a doutrina, a vida, as promessas, o reino e o mistério
de Jesus de Nazaré, Filho de Deus sejam anunciados” (EN22). A
Assembléia acontecerá em duas Etapas ao longo do ano: 1ª Etapa: dia
17 de março ( no Auditório-Teatro do Colégio Salesiano do Recife ); 2ª
Etapa: dia 1º de dezembro ( no Auditório do Colégio das Damas
do Recife ). Estará
sendo coordenada pela Equipe de Coordenação Pastoral, assessorada pelo Pe. Cláudio
Sartori. Participam
da Assembléia de 2001: 1.Todos os Presbíteros e Diáconos que exercem
o ministério na Arquidiocese; Três representantes leigos de cada paróquia,indicados
pelo respectivo pároco ou administrador paroquial, escolhidos dentre os membros
do Conselho Paroquial, quando houver, e preferencialmente quem estiver na coordenação
do mesmo; 2.Uma religiosa e um religioso de cada Instituto Religioso da Arquidiocese;
3.Dois representantes, de preferência os coordenadores, de cada Pastoral,
movimento, associações e Serviços atuantes na Arquidiocese; 4.Seminaristas;
5.Os membros do Conselho Pastoral da Arquidiocese; 6.O Conselho Econômico
da Arquidiocese; 7.O Conselho de Leigos da Arquidiocese. A
Assembléia, contudo não se realiza apenas nesses dois momentos, porque em sua
dinâmica ela contempla entre as duas Reuniões de representantes, em março e dezembro,
todo um desenvolvimento de reuniões de grupos de bases nas paróquias, movimentos,
associações, etc., dentro do projeto “Ser Igreja no novo milênio”, a partir de
um estudo dos Atos dos Apóstolos e de uma avaliação ampla de comportamentos eclesiais
de hoje diante da proposta vivida pelas primeiras comunidades cristãs. Para
ajudar a realizar este objetivo foram distribuídos os seguintes subsídios:
1-“Orientação para preparar a Assembléia Arquidiocesana de Pastoral 2001” - Texto
importante para acompanhar todo o encaminhamento da Assembléia em seu conjunto.
2-“Memória de 1996 a 2000”- Com registros mais importantes do encaminhamento
pastoral do período, incluindo referências às Assembléias nele realizadas. (Memória
Pastoral do Quinqüênio) 3-“Resumo Informativo do Projeto
da CNBB “SER IGREJA NO NOVO MILÊNIO” - A ser utilizado por grupos de base no intervalo
entre as duas reuniões da Assembléia de março e a de dezembro. Toma-se o Projeto
“SINM”como instrumento facilitador a se chegar a atingir o Objetivo Geral da Assembléia.
Ainda com este intento, realizou-se um TREINAMENTO PARA O PROJETO “SINM”, anteriormente
à 1ª reunião da Assembléia, em 3 de fevereiro, com 950 participantes representando
todo o universo da Arquidiocese. Uma
“AVALIAÇÃO” foi encaminhada a toda a Arquidiocese. Sobre as suas respostas, foram
já definidas, na 1ª Etapa, “PRIORIDADES E RECOMENDAÇÕES PASTORAIS PARA 2002”.(Prioridades
e Recomendações Pastorais para 2002). As
questões da “AVALIAÇÃO” são as seguintes: AVALIAÇÃO
Como
nossa Arquidiocese, sua Paróquia, Setor Paroquial, Comunidade Religiosa, Pastoral
Específica, Movimento, Associação, Serviço Eclesial, ou outro grupo eclesial,
se avaliam diante das definições propostas a partir da Assembléia de Pastoral
de 1997? Mais
precisamente: Tendo
presente o Plano de Ação Evangelizadora de 1998 destacamos o OBJETIVO, presente
à página 11: 1.Formar as comunidades cristãs articuladas; 2.Comunidades,
grupos, movimentos, cujos membros sejam amadurecidos e testemunhas;
3.Comunidades e membros centralizados no mistério pascal; 4.Comunidades
cristãs a serviço da comunhão universal (diakonia, diálogo anúncio). Pergunta-se:
a nossa Arquidiocese em todas as suas comunidades conseguiram alcançar esse objetivo?
Antes
de prosseguir a caminhada vamos parar e fazer uma avaliação para melhor entender
quais serão nossos próximos passos. 1º)
Formar comunidades cristãs articuladas (é a koinonia, a comunhão). Referir-se
ao Plano de Ação Evangelizadora da Arquidiocese (p. 12 “Prioridade 1, 2, 4” e
p. 15) ou consultar “Resumo”, em anexo. Destaca-se
como prioridade: aprofundar a comunhão eclesial, os conselhos pastorais, o serviço
de comunicação e a pastoral de conjunto. 1.1 O que mudou, concretamente,
nestes anos, na sua comunidade, no seu grupo, movimento, associação, paróquia,
Setor paroquial e na própria diocese para melhor se viver comunidade? Para mostrar
que realmente somos um, embora sejamos diferentes? 1.2 Onde se encontram
os maiores entraves para alcançarmos a meta prefixada? 1.3 Em que e como
a diocese, o Setor ajudaram para que existisse maior articulação entre as comunidades,
movimentos, associações, Setores? 1.4 Que sugestões podem ser dadas para
melhorar seja a vivência comunitária seja a articulação entre grupos, paróquias,
movimentos e Setores? 2º)
Comunidades, grupos associações, movimentos eclesiais, cujos membros sejam, amadurecidos
e testemunhas (martyria). Referir-se ao Plano de Ação Evangelizadora
da Arquidiocese (p. 12 “Prioridade 3”, p. 15 e 16) ou consultar “Resumo”, em anexo.
Destaca-se nas prioridades o Centro de Formação, incentivando a formação em todos
os níveis. Destinatários privilegiados: famílias, adolescentes e jovens, e vocacionados.
2.1 O que se fez, concretamente, de sistemático na sua comunidade, etc.,
para garantir a formação de seus membros? 2.2 Como se trabalhou e o que se
fez para realizar as prioridades (família, adolescentes, jovens e vocações)?
2.3 Quais as maiores dificuldades encontradas? 2.4 Qual ajuda, incentivo,
foi oferecido pela Diocese, pelo Setor? 2.5 Que sugestões podem ser dadas
para que a Diocese seja mais eficaz nisto? 3º)
Comunidades e membros centralizados no mistério Pascal. Referir-se ao
Plano de Ação Evangelizadora da Arquidiocese (p. 13 “Prioridade 5”) ou consultar
“Resumo”, em anexo. Destaca-se como prioridade a formação de um Centro Arquidiocesano
de Liturgia, animador das Equipes de Liturgia paroquiais e, especialmente, as
liturgias de iniciação cristã. 3.1 No seu grupo, movimento, etc., de que
modo o mistério pascal é celebrado e preparado? 3.2 Quais as maiores dificuldades
para melhor viver a liturgia? 3.3 Jesus Cnsto é /(está) o /(no) centro do
grupo, movimento, paróquia, etc.? De que modo? 3.4 Que ajuda é oferecida
pela Diocese ou Setor, nesta área? É suficiente? É aproveitada? 3.5 Que sugestões
faz para que a Diocese seja mais eficaz neste ponto alto da vida eclesial? 4º)
Comunidades cristãs a serviço da comunhão universal (diakonia, diálogo, anúncio)
Referir-se ao Plano de Ação Evangelizadora da Arquidiocese (p. 12 e 13, “Prioridades
3, 8 e 9; e p. 17, 18 e 19) ou consultar “Resumo”, em anexo. Destacam-se
as prioridades da formação de uma Equipe de Animação Missionária e o fortalecimento
de uma presença pública da Igreja. 4.1 Como o seu grupo, comunidade, movimento,
associação, serviço, paróquia, Setor, se organiza para realizar a comunhão - com
as outras igrejas? - com os marginalizados e últimos da sociedade? - com as forças
políticas? - com as forças econômicas? 4.2 Quais as maiores dificuldades
encontradas (em relação às demais igrejas, aos marginalizados, à política, à economia...)
para realizar esta missão? 4.3 Como a Diocese ajudou nisto? E o Setor?
4.4 Que sugestões faria para que a Diocese e o Setor possam ser mais presentes
e eficazes e ajudar mais de perto as comunidades de todos os tipos?
* NB
- Todas as avaliações foram enviadas à Cúria - Coordenação de Pastoral
- até o primeiro dia de março, a tempo de serem analisadas pela assessoria e,
assim ser preparada a 1ª reunião da Assembléia, em 17 de março.
Sobre os resultados da 1ª Etapa da Assembléia - Reunião de 17 de março de 2001
- veja em Prioridades e Recomendações Pastorais para 2002, de nossa página. (
Prioridades e Recomendações Pastorais para 2002
) TRABALHOS
DE CONCLUSÃO DA ASSEMBLÉIA 2001: A
ASSEMBLÉIA Convocada pelo Arcebispo Dom José Cardoso Sobrinho, a Assembléia de
Pastoral de 2001 realizou-se em duas etapas, em 17 de março e 1º de dezembro.
OBJETIVO
GERAL
"RENOVAR A CONSCIÊNCIA DA IDENTIDADE E DA MISSÃO DA IGREJA"
NESTE NOVO MILÊNIO PREPARAÇÃO
Todos foram motivados a procederem uma avaliação da caminhada pastoral mais recente
(“Memória Pastoral do Quinqüênio”),
confrontando-a com as exigências da Evangelização, em particular com o relato
sobre a vida das comunidades dos primeiros cristãos, contido no livro dos Atos
dos Apóstolos, com as orientações do Concílio Vaticano II e do Papa João Paulo
II em sua carta apostólica “sobre o início do novo milênio” (NMI). SEGUNDA
ETAPA DA ASSEMBLÉIA
Em 1º de dezembro pp., das 8:30 às 17 horas, no Auditório e nas dependências do
Colégio Damas, gentilmente cedidos pelas religiosas daquela Congregação. PARTICIPANTES
Sob a presidência do Sr. Arcebispo, participaram dos trabalhos, o Bispo Auxiliar
Dom Fernando Saburido, os Vigários Gerais, Mons. Moacyr Costa Pinto, Mons. Romeu
Gusmão da Fonte e Mons. Edvaldo Bezerra da Silva, além de 62 administradores paroquiais
e vigários, 1 diácono permanente; 2 religiosos, 17 religiosas; 11 seminaristas
maiores (entre eles 2 diáconos), 10 seminaristas menores, 5 participantes da Escola
Diaconal; ainda 163 leigos representantes de 66 Paróquias; 15 leigos representantes
de 3 Pastorais (Pastoral Familiar, Pastoral da Saúde), Conselho Arquidiocesano
de Leigos, Serra Clube, Evangelização 2000, Legião de Maria, Apostolado dos Lares
Franciscanos, e Movimento Eucarístico Jovem; e 5 leigos da Comissão Arquidiocesana
de Animação Missionária (COMIDI). ASSESSORIA
Como
assessor da Assembléia foi convidado o Pe. Cláudio Sartori, Reitor do Seminário
Arquidiocesano de João Pessoa e Vigário Paroquial de Ponte dos Carvalhos, em Pontezinha,
nesta Arquidiocese. COORDENAÇÃO
GERAL E COLABORAÇÕES A
coordenação dos trabalhos ficou com a Equipe de Coordenação Pastoral da Arquidiocese,
composta por Dom Fernando Saburido, Gustavo Castro, Irmã Maria Apolônia, Dejanira
de Souza Moura e Irmã Maria Vanda de Araújo. O
acolhimento e a animação esteve a cargo da Comunidade “Boa Nova” sob a liderança
de Rogério Monteiro. Após o almoço houve uma bela e singela apresentação das crianças
da “Infância Missionária”. As
orações da Assembléia foram coordenadas pela Equipe Arquidiocesana de Liturgia,
à frente a Irmã Clarinda, PDDM, e Jane Coutinho. No
hall do Auditório foram dispostos “stands” das Livrarias “Paulinas” e “Paulus”,
e do “Apostolado Litúrgico”. Além
disso, técnicos da firma que procedeu a montagem da “Página” da Arquidiocese na
Internet realizaram, nos intervalos dos trabalhos da Assembléia, a grupos de participantes,
uma demonstração da “Página”a ser implantada ainda até o Natal. CONTEÚDO
DA ASSEMBLÉIA
Palavra do Arcebispo Logo na abertura, uma palavra do Arcebispo
pretendeu trazer à memória de todos o que já havia recomendado por ocasião da
1ª Etapa da Assembléia, em março, sobre a “espiritualidade de comunhão”. Na reunião
de março, citando a Carta Apostólica sobre o início do novo milênio (“Novo Millennio
Ineunte”), do Papa João Paulo II, já lembrava o desejo do Santo Padre de “fazer
da Igreja a casa e a escola de comunhão”. “É preciso, em primeiro lugar, promover
uma espiritualidade de comunhão, antes de programar outras iniciativas concretas”.
Depois, Dom José tratou dos instrumentos de comunhão. Nesta
etapa da Assembléia, Dom José referiu-se primeiro ainda à espiritualidade da comunhão
e suas decorrências práticas, até à partilha de dons e à comunhão de bens. Em
São Paulo, “koinonia” é comunhão e participação, relação / comunhão dos fiéis
entre si e com Deus, por Jesus Cristo. E o núcleo central disto é a Eucaristia.
Comunhão nas “coisas santas” (“Sancta”) e comunhão entre as pessoas (“Sancti”).
“É necessário se viver esta espiritualidade de comunhão; a medida em que vivermos
isto, daremos vida e mais eficácia às estruturas eclesiais existentes”, disse.
Neste mesmo sentido, Dom José citou ainda a recentíssima Carta Apostólica do Papa
João Paulo II, resultado do Sínodo dos Bispos da Oceania (“Ecclesia in Occeania”),
em 22 de novembro pp. RETROSPECTIVA
DA PROPOSTA 2001 Em
seguida, da Equipe de Coordenação, Gustavo fez uma retrospectiva da proposta de
trabalho para 2001 e seus resultados não tão satisfatórios, conforme três avaliações
realizadas ao longo do ano. Por um cochicho, em pequenos grupos, os participantes
responderam “por que, afinal, o Projeto SINM não ‘vingou’ na Arquidiocese”. As
respostas confirmaram as dificuldades encontradas nas avaliações anteriores, mas
confirmaram também a existência de paróquias que o desenvolveram a contento. No
geral, contudo, ficou patente o estado embrionário do Projeto SINM. COM
A PALAVRA O ASSESSOR O
Pe. Cláudio Sartori apresentou uma proposta de continuidade do trabalho, dando
mais força ainda ao Projeto SER IGREJA NO NOVO MILÊNIO, adaptando-o à realidade
apresentada na Arquidiocese. Constou
sua proposta de três partes. A primeira, com relação à distribuição dos temas
a serem aprofundados ao longo de cinco anos: 2002 - O silêncio orante
/ ORAÇÃO - At 1, 14ss ( todos, unidos, eram assíduos à oração ); 2003
- Escuta da PALAVRA - At 2, 14 ( leitura da Bíblia e vivência da Palavra
); 2004 - EUCARISTIA / Sacramentos, Liturgia - At 2, 39-44 ( fração
do pão ); 2005 - ANÚNCIO - At 3, 12 ( discursos dos Apóstolos ); e
2006 - DIACONIA - At 2 ss ( sinais, serviço transformador ). Na
segunda parte de sua proposta, o Pe. Cláudio desenvolveu mais seu pensamento quanto
ao ano de 2002, exemplificando com alternativas de trabalho e indicando algumas
possíveis metas, instrumentos de trabalho, ambientes para seu desenvolvimento
e métodos para um aprofundamento e melhoria da vida de oração nesta Igreja. Na
terceira parte, o assessor apresentou - para 2002 - a parte formativa a partir
do livro dos Atos. Em sua proposta constam apenas 4 blocos de encontros, com quatro
encontros em cada, relativos aos temas Comunidade, Palavra, Liturgia, e Serviço.
Propôs que se deveria providenciar um livrinho elaborado pela Arquidiocese. A
seguir, a Coordenação da Assembléia dividiu os grupos de trabalho, apresentou
os coordenadores de cada grupo e deixou a seguinte questão para trabalho: Depois
de retomar a proposta do assessor responda a seguinte questão: Se concorda com
a proposta, o que sugere para realizá-la: a nível geral de Arquidiocese, de Setor
Paroquial, de Paróquia e Capelas, de Movimentos, de Pastorais, e a nível de outros
grupos eclesiais ? Após
o almoço comunitário e alegre, foram apresentadas as sínteses dos 20 grupos de
trabalho em seis itens de conformidade com o âmbito de aplicação da proposta,
foram apresentadas à Assembléia para as considerações finais. As
sínteses estarão brevemente disponibilizadas na “Página”. Sua riqueza é proporcional
à grande quantidade de sugestões produzidas. Para efeito de resumo do que foi
aceito na Plenária, destaca-se aqui apenas OS ENCAMINHAMENTOS FINAIS APROVADOS:
1. A Arquidiocese continuará desenvolvendo o Projeto SINM, conforme a proposta
apresentada e aceita nesta Assembléia. 2.Todos somos responsáveis e enviados
para trabalhar no Projeto SINM. Assumir isto com decisão firme. 3. Começar
a agir desde já, a partir deste Advento, cada um em seu campo de atuação.
4. Proposta concreta: A Coordenação de Pastoral chamará representantes que participaram
desta Assembléia para criar uma Equipe de Articuladores responsáveis pelo Projeto
SINM, com o objetivo de incentivar no mesmo sentido os Conselhos Paroquiais de
Pastoral, os Conselhos Setoriais, e o Conselho Arquidiocesano de Pastoral.
Concluiu-se
a Assembléia com uma palavra final do Arcebispo e uma oração. |