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Usando
a dinâmica de "fila do povo", onde o público
faz comentários sobre o tema, foi retomada a nossa Assembléia.
Todos podiam levantar questões ou fazer comentários
sobre a palestra da manhã, muitos pontos importantes foram
retomados e esclarecidos.
Temas
como: fazer missão em locais muito pobre, ajuda aos pobres
e necessitados de atenção especial, tais como idosos,
gestantes e deficientes físicos; como evangelizar pessoas
que tem dependência em álcool e drogas e que tipo formação
deve ter o missionário.
O
senhor Eronildo, leigo membro da pastoral familiar, trouxe uma reflexão
sobre a necessidade da união dos grupos das paróquias,
idéia defendida também por padre Francisco, que lembrando
o documento de Aparecida (DAp), disse que "paróquia
é a comunhão de comunidades" e deixou a questão
como pode a paróquia fragmentada por divisões internas
fazer missões verdadeiras.
Lembrou-se
também a necessidade de uma formação mais profunda
para o povo de Deus, pois muitos tem duvidas sobre coisas simples
de nossa fé, e que muitos jovens desejam saber sobre a salvação,
mas pouca formação é dada em nossa diocese.
Ficou então a pergunta como fazer missão sem formação?
Depois
dos comentários de todo o padre Estevão Raschietti
fez comentários sobre os pontos levantados, mostrando que
devemos lembrar de compartilhar com os necessitados não só
de nossa paróquia ou diocese, mas de todo o mundo para formarmos
uma rede de solidariedade, disse para nós "Compartilharmos
os dose cestos que sobraram".
Comentando
sobre a formação ele disse que essa deve ser uma prioridade
para a igreja.
Todos
levando no coração a frase dita por padre Sergio,
"Quando vamos assumir a missão", foi dividido o
grupo por setores para um trabalho em grupo que tem o intuito de
perceber como andam e o que precisam as paróquias para uma
nova missão.
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